sábado, 4 de janeiro de 2014

FÉ E RELIGIÃO

Observando diversas postagens nas redes sociais percebo o quanto há pessoas que confundem fé com religião, com salvação ou perdição.
Pois é, tem gente que acha que apenas a sua religião está certa e, portanto, está salvo. Outros, entendem que por pertencerem a determinada crença religiosa estão cima do bem e do mal.
Bem, religião eu não discuto, ao contrário, respeito. Fé, igualmente.
Quanto a mim, particularmente, tenho uma fé inabalável em Deus e na Santíssima Trindade, além de Nossa Senhora Aparecida. Mas tenho também muita fé nas pessoas de bem, do bem, porque sou observadora do mundo e vejo que há muitos com ações dignas de anjos.
Também tenho uma religião, sou católica por nascimento e depois de adulta, por opção.
Mas não me acho melhor nem pior do que ninguém por conta das minhas convicções religiosas, claro que não.
Também não acho que minha Igreja seja melhor nem pior que as outras, é apenas mais uma dentre tantas espalhadas pelo mundo. Todas têm o propósito de juntar, unir, agregar, orar em conjunto e fazer o bem. Caso não seja assim, não pode ser chamada de Igreja.
Portanto respeito todas as crenças, todas as expressões de fé, especialmente daqueles que dizem em nada acreditar, mas que, com suas ações ajudam, melhoram, disseminam o bem, praticam a caridade, a humildade, lutam pela igualdade.
Pessoas assim, mesmo sem denominação religiosa, mesmo os que se dizem agnósticos, mas que agem da maneira citada, merecem e têm todo o meu respeito, pois mesmo sem acreditar são anjos enviados por Deus.
Então resumindo, você pode ser Católico, Protestante, Budista, Carismático, Luterano, Umbandista, Adventista ou qualquer outra religião das milhares existentes. O que o faz um apessoa de fé não é necessariamente a sua denominação religiosa, mas principalmente e essencialmente as suas ações.
Porque a oração tem muita força sim, a pregação também, mas apenas as ações o fazem de fato uma pessoa melhor e assim demonstram a sua verdadeira fé.
Portanto, antes de pregarmos, devemos ser, ao invés de observar devemos fazer, sempre mantendo a crença de que juntos podemos ter um mundo melhor e mais justo, mais igualitário para todos. Basta querer e agir! "Bem aventurados os homens de boa vontade".
Eu acredito nisso!
Maria Conceição de Aguiar
4/1/2014

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