Ah mas eu sou uma pessoa rodeada de amigos. Alguns que foram chegando de mansinho, outros, repentinamente, uns de longa data, e os mais recentes.
E nestes anos todos de vida tenho sido presenteada com amigos de todo tipo.
Há os que me entendem pelo olhar, pelo tom de voz, pelo levantar da sobrancelha.
Há os que me reconhecem pelo modo de dirigir, de me vestir, de balançar a cabeça.
Há os que me conhecem pelo silêncio e outros pelo barulho.
Há os virtuais, os digitais e os analógicos.
Tenho amigos chatos pra caramba, adoro-os. Tenho amigos que falam demais, outros, de menos. E os do tempo do colégio, do curso de Magistério ou do Curso de Comunicação. Tem os de ontem, os de agora e os de sempre.
Colegas que se fizeram amigos, amores que se transformaram em amigos, olhares, gestos e palavras que me conquistaram.
A maioria dos meus amigos em nada se parece comigo. Há gente de todo gosto, de sorriso largo ou riso tímido, de olhar altivo ou cabisbaixo, de abraço apertado ou toque suave.
Amigos que me cativaram, por quem me deixei cativar. E cada um a seu modo faz meu mundo melhor, minha vida mais vivida, meus dias mais ensolarados, minhas lembranças mais fartas.
Ah, mas que sorte eu tenho por ter tido a oportunidade de conhecer tanta gente, de me aproximar, de dizer olá e mais um amigo encontrar. Que bom poder ter com quem desabafar, cantarolar, sair pra paquerar ou dançar, simplesmente conversar.
E vibrar com suas conquistas e sentir sua felicidade em ver-me bem e ainda, mesmo que não nos vejamos tão amiúde, sabemos que estamos por perto, independente da distância física ou geográfica, mas a amizade verdadeira permanece e se enriquece, e se envaidece em saber o amigo feliz.
Obrigada aos amigos que me aceitam do jeito que sou, que respeitam meus altos e baixos, que conseguem enxergar algo de bom em mim. Obrigada aos amigos que me deixaram cativar. Amo vocês!
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