quarta-feira, 6 de novembro de 2013

ATÉ QUANTO?

Até quanto? Quanto vale, vale quanto? Tudo tem preço, será mesmo? 
Até quanto vale a vida? E a morte, vale quanto?
Quanto vale a saúde, e a doença quanto vale?
Até quanto vale o amor, e o desamor não tem valor?
Quanto vale a amizade, a intimidade, qual o preço da vida? 
Até quanto estamos dispostos a pagar para realizar um sonho, idealizar um projeto, recuperar a saúde, a beleza e a juventude?
Até quanto nos dispomos a gastar para ajudar alguém que precisa, doar sabendo que retorno financeiro não haverá?
Quanto vale o dinheiro? 
O meu, o seu, o nosso, ganhos com nosso trabalho, muitas vezes parco e escasso, ou, de outros, além do esperado, do necessário, do cobiçado. Todos têm valor e vem do salário merecido, do fruto colhido.
O que diferencia é o valor que a ele damos. Quanto vale meu dinheiro? Quanto vale o seu salário? Quanto valem os rendimentos alheios?
Até quanto posso gastar para viver? Até quanto gasto para promover a vida?
Valor monetário, valor coletivo, valor unitário. 
Valor do prazer, do bem querer, do desapego, do saber viver.
Viver com seus recursos, dentro das suas possibilidades, mas vivendo e aprendendo lições de humildade e fraternidade.
Até quanto vale a vida, os vivos e os mortos? Até quanto valemos uns para os outros? Há preço, piso, teto?
Quanto vale um coração inquieto? E a alma em plena serenidade, quanto vale?
Até quanto? 

Nenhum comentário:

Postar um comentário