Sou humana, sou mulher, sou frágil e forte, hábilidosa e ao mesmo tempo perdida. Não sou perfeita, nem tento ser. mas dentro da minha imperfeição sou eu, sou mais eu, sou única, insubstituível para uns, insuportável para outros....
Amada, desejada, cobiçada, elogiada, imitada....
Odiada, invejada, criticada, sem noção...
E entre erros e acertos vou vivendo, vou crescendo, aprendendo, evoluindo, regredindo, evoluindo... E assim sigo meu caminho, que nem sei se é meu, se o escolhi, se o percorro por covardia ou comodismo, sem entusiasmo. Ou talvez seja este o meu traçado, planejado, obstinado. Então ouso, arrisco, vou fundo.
Ás vezes me perco, retorno, repenso, dou meia volta. Então recomeço de onde parei, de onde errei ou acertei!
Sim, porque meus erros não simbolizam derrotas nem fraquezas, nem acovardamento. Ao contrário, reconheço-os, assumo e corrijo. também meus acertos nem sempre querem dizer que estou no caminho certo. Por vezes é preciso retroagir, repensar e refazer. Acertos meus devem levar em conta o bem estar dos outros.
Mas também há momentos em que sou egoísta e penso em mim simplesmente, somente. Então nestes momentos, meus erros e acertos só dizem respeito a mim não os divido, não os compartilho, não levo em conta mais nada nem ninguém.
E assim sigo...e assim prossigo...e assim vou vivendo, errando, acertando, errando, acertando...
E quando me pego confusa, perdida em devaneios ou encruzilhadas da vida, preciso parar, respirar fundo, contar até dez e me reencontrar, reanimar, reagir.
Então sou dúbia, mas sou una, sou humana, sou mulher!!!
Maria Conceição de Aguiar
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