Eu saúdo as diferenças! Não me importo se você professa alguma fé ou se é ateu, se é católico, protestante, espírita ou do candomblé. Não preciso saber se você é vegetariano, vegano ou se prefere um churrasco. Não me incomodo se você é culto, sábio, letrado ou se escorrega no português. Não faz diferença se você é homo, hetero, bi! Cada um na sua e todos convivendo em harmonia.
Entretanto, tenho percebido que, de uns tempos para cá, ser heterossexual passou a incomodar alguns.
Caso assim não fosse, como explicar tamanha necessidade de afirmar-se como homossexual, atacando aos que não são? Não entendo!
Não sou a favor dos acharques machistas, da moralidade aparente em forma de preconceitos. Também não sou favorável aos insultos insanos, misturando opção sexual com escolha religiosa ou coisas do tipo. Estamos beirando ao exagero, levados pelas fobias sociais que nos impedem de viermos a nossa vida sem deixar que a opinião dos outros e, principalmente as suas escolhas de vida, nos afetem.
Mas esperem, vamos repensar! Somos seres humanos, racionais, dotados de inteligência, de capacidade emocional suficiente para sabermos discernir o que é importante para nós, para a coletividade, para a sociedade em que vivemos. E, especialmente, o que não é. Porque se a minha vida não interfere na sua, está tudo bem, e por ai vai.
Mas se eu começo a lhe incomodar ou se você me incomoda e passamos a revidar, o desmanche social tem início e vai se transformando numa bola de neve sem precedentes. Depois do estrago feito, fica difícil consertar!
Então eu proponho a revolução dos conceitos, especialmente do respeito! Respeito às diferenças, às escolhas, às diversidades!
E é com respeito que peço para que sempre lembremos que a liberdade de um termina onde começa a do outro. Portanto, convivamos em paz, eu na minha e você na sua. Afinal, temos tanto mais para nos preocupar que acho total perda de tempo esse papo de fobia social. Concorda?
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