Ela tem 70 anos, fez uma cirurgia no joelho e foi se recuperar na casa da filha. No dia seguinte recebeu a visita do namorado, carregando um buquê de flores e um sorriso largo.
Ela tem 82 anos e mora sozinha. Quando o filho avisou que pretende visita-la em breve, respondeu que se ele demorar talvez não a encontre mais lá. Preocupado, tenta reanima-la, quando ela diz: "Mas quem está pensando em morte? Estou comprando um novo apartamento e pretendo mudar logo!"
Ela tem 91 anos mas fala para todos que tem 90, não quer parecer velha. Elegante e vaidosa, faz questão de ir semanalmente ao salão de beleza. Acompanha as tendências da moda e jamais recusa um convite para um passeio.
Três mulheres, três exemplos fascinantes, três histórias que ouvi nesta semana. Assim como elas, há centenas, milhares de outras não menos fascinantes, que se esforçam para envelhecer com sabedoria, mantendo a qualidade de vida, o convívio social, as atividades do dia a dia.
Dificuldades elas têm, claro. Mas a diferença é que não se deixam sucumbir. Superam os problemas, as dores, os momentos de solidão, as limitações. São felizes e gratas pela vida e tudo fazem para prolonga-la.
Então hoje faço minha homenagem às mulheres que envelhecem sabiamente, belas por dentro e por fora, que não se lamentam, ou que, quando o fazem, logo reanimam-se, vestem-se e saem por aí espalhando vida!
Parabéns a estas três mulheres fascinantes e a todas as outras que nos inspiram a querer ser parecidas com elas!

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